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5178765-87.2026.8.21.7000

Comunicações públicas identificadas no Diário da Justiça Eletrônico Nacional. Esta página não informa resultado, situação processual nem partes envolvidas.

Tribunal
TJRS
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set/2026

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  1. Intimação

    TJRS · Secretaria da 11ª Câmara Cível · DECISÃO MONOCRÁTICA

    Agravo de Instrumento N&ordm; 5178765-87.2026.8.21.7000/RS TIPO DE A&Ccedil;&Atilde;O: Duplicata RELATOR: Desembargador AMADEO HENRIQUE RAMELLA BUTTELLI AGRAVANTE: INDUSTRIA DE ALIMENTOS ESTRELA S.A. EM RECUPERACAO JUDICIAL ADVOGADO(A): RENATA DE MAGALHAES DREHER (OAB RS113183) ADVOGADO(A): ALINE MUNHOZ GONCALVES (OAB RS129435) ADVOGADO(A): JAIME LUIS BATISTA DE MATTOS (OAB RS073072) AGRAVADO: VITHAGRO COMERCIO DE INSUMOS AGROPECUARIOS LTDA ADVOGADO(A): DAUANA DA SILVEIRA DE CASTRO (OAB RS133242) ADVOGADO(A): TIAGO SILVEIRA GUTERRES (OAB RS072148) EMENTA AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO PRIVADO N&Atilde;O ESPECIFICADO. A&Ccedil;&Atilde;O MONIT&Oacute;RIA. PEDIDO DE GRATUIDADE DA JUSTI&Ccedil;A. 1. JULGAMENTO MONOCR&Aacute;TICO. POSSIBILIDADE. &Eacute; CAB&Iacute;VEL O JULGAMENTO MONOCR&Aacute;TICO DE RECURSOS CUJA MAT&Eacute;RIA POSSUA JURISPRUD&Ecirc;NCIA DOMINANTE NOS TRIBUNAIS SUPERIORES E NO PR&Oacute;PRIO TRIBUNAL DE JUSTI&Ccedil;A, NA FORMA DO ART. 932, VIII, DO CPC, CUMULADO COM O ARTIGO 206, XXXVI, DO RITJRS, E CONFORME PRECONIZADO NA S&Uacute;MULA 568 DO STJ. 2. GRATUIDADE DA JUSTI&Ccedil;A. A PESSOA JUR&Iacute;DICA PODE BENEFICIAR-SE DAS ISEN&Ccedil;&Otilde;ES DE QUE TRATA A GRATUIDADE DA JUSTI&Ccedil;A EM CASOS EXCEPCIONAIS (ART. 99, &sect; 3&ordm;, CPC). S&Uacute;MULA 481 DO STJ. 3. INDEFERIMENTO DO PEDIDO. NO CASO CONCRETO, A PARTE AGRAVANTE N&Atilde;O COMPROVA SITUA&Ccedil;&Atilde;O EXCEPCIONAL A ENSEJAR A CONCESS&Atilde;O DA GRATUIDADE DA JUSTI&Ccedil;A. JULGADOS DESTA 11&ordf; C&Acirc;MARA C&Iacute;VEL. RECURSO DESPROVIDO. DECIS&Atilde;O MONOCR&Aacute;TICA 1. Trata-se de agravo de instrumento interposto por INDUSTRIA DE ALIMENTOS ESTRELA S.A. EM RECUPERACAO JUDICIAL, contra decis&atilde;o (evento 45, DESPADEC1) prolatada nos autos da a&ccedil;&atilde;o monit&oacute;ria movida por VITHAGRO COMERCIO DE INSUMOS AGROPECUARIOS LTDA., perante a 1&ordf; Vara C&iacute;vel da Comarca de Estrela. Por pertinente, reproduzo a decis&atilde;o agravada (evento 45, DESPADEC1): "[...] Na hip&oacute;tese dos autos, a parte autora n&atilde;o trouxe aos autos qualquer documento para corroborar a alegada impossibilidade de pagamento das custas processuais. Dessa forma, indefiro o pedido de gratuidade judici&aacute;ria &agrave; requerida(e.38). [...]" Nas raz&otilde;es recursais (evento 1, INIC1), a parte agravante sustenta que a decis&atilde;o agravada incorreu em equ&iacute;voco ao valorizar exclusivamente a receita operacional bruta, ignorando os demais indicadores cont&aacute;beis que revelam patrim&ocirc;nio l&iacute;quido negativo e endividamento total equivalente a 8,06 vezes o patrim&ocirc;nio l&iacute;quido dispon&iacute;vel. Argumenta que a documenta&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil juntada constitui prova robusta da efetiva impossibilidade de arcar com as custas processuais sem comprometer a continuidade das atividades empresariais e o cumprimento do plano de recupera&ccedil;&atilde;o judicial aprovado pelos credores. Requer, ainda, a concess&atilde;o de efeito suspensivo, sob pena de cancelamento da distribui&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o origin&aacute;ria, e o provimento do recurso para reforma integral da decis&atilde;o agravada, com a concess&atilde;o do benef&iacute;cio da gratuidade da justi&ccedil;a. &Eacute; o relat&oacute;rio. 2. Recebo o recurso, eis que atendidos os requisitos de admissibilidade. A parte recorrente est&aacute; dispensada de recolher o preparo recursal, na forma do art. 99, &sect; 7&ordm;, do CPC1, pois a pretens&atilde;o deste recurso reside justamente na concess&atilde;o da gratuidade da justi&ccedil;a. 3. De in&iacute;cio, registro que o relator est&aacute; autorizado a julgar monocraticamente o recurso quando houver jurisprud&ecirc;ncia dominante acerca da mat&eacute;ria em discuss&atilde;o, seja no &acirc;mbito do STF, do STJ, e mesmo do pr&oacute;prio Tribunal de Justi&ccedil;a. A este respeito, o art. 932, VIII, do CPC, disp&otilde;e: "Art. 932. Incumbe ao relator: (...) VIII - exercer outras atribui&ccedil;&otilde;es estabelecidas no regimento interno do tribunal." Neste sentido, o RITJRS prev&ecirc; em seu art. 206, XXXVI: "Art. 206. Compete ao Relator: (...) XXXVI - negar ou dar provimento ao recurso quando houver jurisprud&ecirc;ncia dominante acerca do tema no Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justi&ccedil;a com rela&ccedil;&atilde;o, respectivamente, &agrave;s mat&eacute;rias constitucional e infraconstitucional e deste Tribunal;" Ainda no ponto, o STJ editou a S&uacute;mula n.&ordm; 568 e firmou a possibilidade de julgamento monocr&aacute;tico quando a mat&eacute;ria em debate possuir jurisprud&ecirc;ncia consolidada, in verbis: "S&uacute;mula 568. O relator, monocraticamente e no Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, poder&aacute; dar ou negar provimento ao recurso quando houver entendimento dominante acerca do tema." Passo ao exame do recurso, monocraticamente. 4. Importante esclarecer que, em princ&iacute;pio, a simples afirma&ccedil;&atilde;o da pessoa natural no sentido de que n&atilde;o est&aacute; em condi&ccedil;&otilde;es de pagar as custas do processo e os honor&aacute;rios de advogado, sem preju&iacute;zo pr&oacute;prio ou da fam&iacute;lia, &eacute; suficiente para o deferimento da gratuidade da justi&ccedil;a. Com efeito, nos termos do &sect; 3&ordm; do artigo 99 do CPC, presume-se verdadeira a alega&ccedil;&atilde;o de insufici&ecirc;ncia deduzida exclusivamente por pessoa natural2. Entretanto, a declara&ccedil;&atilde;o de hipossufici&ecirc;ncia implica presun&ccedil;&atilde;o relativa, visto que o pleito pode ser indeferido se houver nos autos elementos capazes de afast&aacute;-lo. Neste vi&eacute;s, a reda&ccedil;&atilde;o do &sect; 2&ordm; do artigo 99 do CPC, in verbis: &ldquo;&sect; 2&ordm; O juiz somente poder&aacute; indeferir o pedido se houver nos autos elementos que evidenciem a falta dos pressupostos legais para a concess&atilde;o de gratuidade, devendo, antes de indeferir o pedido, determinar &agrave; parte a comprova&ccedil;&atilde;o do preenchimento dos referidos pressupostos.&rdquo; Por oportuno, transcrevo item 10 da Edi&ccedil;&atilde;o 149 da Jurisprud&ecirc;ncia em Tese do STJ: &ldquo;10) A afirma&ccedil;&atilde;o de pobreza goza de presun&ccedil;&atilde;o relativa de veracidade, podendo o magistrado, de of&iacute;cio, indeferir ou revogar o benef&iacute;cio da assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria gratuita, quando houver fundadas raz&otilde;es acerca da condi&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mico-financeira da parte.&rdquo; Entretanto, destoando do explanado acima, no que concerne &agrave; pessoa jur&iacute;dica, n&atilde;o basta mera declara&ccedil;&atilde;o de insufici&ecirc;ncia de recursos para ensejar a concess&atilde;o da benesse de litigar amparada pelo p&aacute;lio da gratuidade da justi&ccedil;a. Conforme Luiz Guilherme Marinoni, a pessoa jur&iacute;dica pode beneficiar-se das isen&ccedil;&otilde;es de que trata a gratuidade da justi&ccedil;a em casos excepcionais, se comprovar robustamente &ldquo;que n&atilde;o pode fazer frente &agrave;s despesas do processo em preju&iacute;zo de seu funcionamento&rdquo;3. Neste sentido, a S&uacute;mula n.&ordm; 481 do STJ, refere que &ldquo;faz jus ao benef&iacute;cio da justi&ccedil;a gratuita a pessoa jur&iacute;dica com ou sem fins lucrativos que demonstrar sua impossibilidade de arcar com os encargos processuais&rdquo; (CORTE ESPECIAL, julgado em 28-06-2012, DJe 01-08-2012). No escopo argumentativo da referida S&uacute;mula, o Relator, Ministro Cesar Asfor Rocha, afirma que a &ldquo;jurisprud&ecirc;ncia desta Corte Especial, acompanhando o Supremo Tribunal Federal, passou a exigir que as pessoas jur&iacute;dicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, comprovem a sua situa&ccedil;&atilde;o de pen&uacute;ria para efeito de obter a gratuidade de justi&ccedil;a, n&atilde;o bastando a simples declara&ccedil;&atilde;o de pobreza&rdquo;4. Em mesmo entendimento, precedente do Supremo Tribunal Federal: &ldquo;RECURSO. Extraordin&aacute;rio. Admissibilidade. Aus&ecirc;ncia de preparo. Objeto do recurso. Embargos de declara&ccedil;&atilde;o. Car&aacute;ter Infringente. Embargos recebidos como agravo regimental. Improvimento. Precedentes. &Agrave;s pessoas jur&iacute;dicas n&atilde;o basta alegar insufici&ecirc;ncia de recursos para a obten&ccedil;&atilde;o da gratuidade de justi&ccedil;a, devendo comprovar a impossibilidade econ&ocirc;mica para litigar em ju&iacute;zo. (Embargo de declara&ccedil;&atilde;o no Agravo de Instrumento n&ordm; 716.294-7/MG. Rel. Min. Cezar Peluso, STF, 31/03/2009)&rdquo;. 5. No caso concreto, a pr&oacute;pria agravante reconhece que a mera condi&ccedil;&atilde;o de sociedade empres&aacute;ria em recupera&ccedil;&atilde;o judicial n&atilde;o autoriza, por si s&oacute;, a concess&atilde;o do benef&iacute;cio. Cumpre, pois, examinar se a documenta&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil trazida em grau recursal comprova a excepcional impossibilidade de suportar os encargos do processo, &ocirc;nus que, &agrave; luz da S&uacute;mula n&ordm; 481 do STJ, recai sobre a pr&oacute;pria requerente. E o exame dessa documenta&ccedil;&atilde;o, sob a perspectiva da liquidez efetiva, conduz a conclus&atilde;o oposta &agrave; pretendida. &Eacute; que o preju&iacute;zo apontado nos demonstrativos e o patrim&ocirc;nio l&iacute;quido cont&aacute;bil negativo s&atilde;o de natureza estritamente cont&aacute;bil e n&atilde;o se confundem com aus&ecirc;ncia de caixa. Com efeito, embora os balancetes registrem patrim&ocirc;nio l&iacute;quido negativo de R$ 23.093.321,78 em julho e agosto e de R$ 28.144.970,01 em setembro de 2025 (evento 1, ANEXO2, evento 1, ANEXO3 e evento 1, ANEXO4), esses mesmos documentos revelam disponibilidades imediatas positivas e em trajet&oacute;ria ascendente, tendo em vista o valor de R$ 210.908,53 em julho, o valor de R$ 198.045,16 em agosto e o valor de R$ 1.104.237,68 em setembro de 2025, montante este composto por saldo em caixa e, sobretudo, por dep&oacute;sitos banc&aacute;rios &agrave; vista da ordem de R$ 1.089.217,30 (evento 1, ANEXO2, evento 1, ANEXO3 e evento 1, ANEXO4). N&atilde;o bastasse a robustez das disponibilidades imediatas, o ativo circulante da agravante alcan&ccedil;a R$ 106.186.305,68 em setembro de 2025, do qual se destacam R$ 63.997.414,24 em duplicatas a receber e R$ 5.393.662,71 em estoques (evento 1, ANEXO4). O pr&oacute;prio demonstrativo gerencial de fluxo de caixa acostado (evento 1, ANEXO8) refor&ccedil;a esse quadro, ao evidenciar resultado operacional positivo em todos os meses ali projetados, sendo o resultado l&iacute;quido negativo atribu&iacute;vel preponderantemente aos encargos financeiros, e n&atilde;o &agrave; atividade-fim. Registro, por oportuno, que dentre a documenta&ccedil;&atilde;o acostada constam demonstra&ccedil;&otilde;es cont&aacute;beis de pessoa jur&iacute;dica diversa, ILEV IM&Oacute;VEIS E PARTICIPA&Ccedil;&Otilde;ES S/A (CNPJ 29.438.507/0001-03), estranhas &agrave; agravante e ao objeto do recurso, que, por evidente equ&iacute;voco de juntada, deixo de considerar na presente an&aacute;lise (evento 1, ANEXO5). Portanto, n&atilde;o constam dos autos elementos probat&oacute;rios que comprovem a impossibilidade de a agravante arcar com as despesas processuais. Deste modo, entendo ser caso de manter o indeferimento da gratuidade da justi&ccedil;a &agrave; recorrente, preservando-se a decis&atilde;o agravada neste tocante. Neste sentido, &eacute; a jurisprud&ecirc;ncia desta 11&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel: &ldquo;AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO PRIVADO N&Atilde;O ESPECIFICADO. A&Ccedil;&Atilde;O DE COBRAN&Ccedil;A. CONCESS&Atilde;O DO BENEF&Iacute;CIO DA GRATUIDADE DA JUSTI&Ccedil;A. INDEFERIMENTO. PESSOA JUR&Iacute;DICA. S&Uacute;MULA 481 DO STJ. AUS&Ecirc;NCIA DE COMPROVA&Ccedil;&Atilde;O DA INSUFICI&Ecirc;NCIA DE RECURSOS. PARTE QUE POSSUI ATIVO CIRCULANTE E VALOR EM CAIXA SUFICIENTES PARA ARCAR COM AS DESPESAS PROCESSUAIS. CIRCUNST&Acirc;NCIA QUE IMP&Otilde;E A MANUTEN&Ccedil;&Atilde;O DA DECIS&Atilde;O RECORRIDA QUE INDEFERIU O BENEF&Iacute;CIO. A SIMPLES CONDI&Ccedil;&Atilde;O DE ENTIDADE FILANTR&Oacute;PICA OU BENEFICENTE N&Atilde;O ENSEJA A CONCESS&Atilde;O DO BENEF&Iacute;CIO DA AJG, ESPECIALMENTE NA HIP&Oacute;TESE DE EXIST&Ecirc;NCIA DE PROVA DE RENDA OU RECEITA INCOMPAT&Iacute;VEL COM A INSUFICI&Ecirc;NCIA DE RECURSOS ALEGADA. AGRAVO DE INSTRUMENTO N&Atilde;O PROVIDO MONOCRATICAMENTE.(Agravo de Instrumento, N&ordm; 52196865920248217000, D&eacute;cima Primeira C&acirc;mara C&iacute;vel, Tribunal de Justi&ccedil;a do RS, Relator: Fernando Ant&ocirc;nio Jardim Porto, Julgado em: 19-09-2024)&rdquo;. (Grifei). &ldquo;AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRANSPORTE. A&Ccedil;&Atilde;O DE INDENIZA&Ccedil;&Atilde;O. GRATUIDADE DA JUSTI&Ccedil;A. PESSOA JUR&Iacute;DICA. HIPOSSUFICI&Ecirc;NCIA N&Atilde;O COMPROVADA. MANUTEN&Ccedil;&Atilde;O DA DECIS&Atilde;O DENEGAT&Oacute;RIA. A gratuidade da justi&ccedil;a pode ser autorizada &agrave;s pessoas jur&iacute;dicas desde que comprovadas a insufici&ecirc;ncia de recursos e a exist&ecirc;ncia de risco para a continuidade de suas atividades. N&atilde;o demonstrada a necessidade da autora, &eacute; de ser desacolhido o pedido. AGRAVO DE INSTRUMENTO DESPROVIDO. (Agravo de Instrumento, N&ordm; 51090883820248217000, D&eacute;cima Primeira C&acirc;mara C&iacute;vel, Tribunal de Justi&ccedil;a do RS, Relator: Maria Ines Claraz de Souza Linck, Julgado em: 17-04-2024)&rdquo;. (Grifei). 6. Diante do exposto, com fundamento no art. 206, XXXVI, do RITJRS, cumulado com o art. 932, VIII, do CPC, nego provimento ao agravo de instrumento interposto, nos termos da fundamenta&ccedil;&atilde;o. 7. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Dilig&ecirc;ncias legais. 1. Art. 99. O pedido de gratuidade da justi&ccedil;a pode ser formulado na peti&ccedil;&atilde;o inicial, na contesta&ccedil;&atilde;o, na peti&ccedil;&atilde;o para ingresso de terceiro no processo ou em recurso.(...)&sect; 7&ordm; Requerida a concess&atilde;o de gratuidade da justi&ccedil;a em recurso, o recorrente estar&aacute; dispensado de comprovar o recolhimento do preparo, incumbindo ao relator, neste caso, apreciar o requerimento e, se indeferi-lo, fixar prazo para realiza&ccedil;&atilde;o do recolhimento. 2. O pedido de gratuidade da justi&ccedil;a pode ser formulado na peti&ccedil;&atilde;o inicial, na contesta&ccedil;&atilde;o, na peti&ccedil;&atilde;o para ingresso de terceiro no processo ou em recurso. (...) &sect; 3&ordm; Presume-se verdadeira a alega&ccedil;&atilde;o de insufici&ecirc;ncia deduzida exclusivamente por pessoa natural. 3. MARINONI, Luiz Guilherme; MITIDIERO, Daniel Francisco; ARENHART, S&eacute;rgio Cruz. Novo C&oacute;digo de Processo Civil comentado [livro eletr&ocirc;nico]. Dispon&iacute;vel em: <http://proview.thomsonreuters.com>. 4. Dispon&iacute;vel em: <https://www.stj.jus.br/publicacaoinstitucional/index.php/sumstj/article/download/5175/5300>. Acesso em: 15/09/2023.

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