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Tribunal
TJRS
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2 publicações
Período
set/2026
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Ata de sessão
TJRS · 2ª Turma Recursal Cível · Ata de sessão de julgamento
EXTRATO DE ATA DA SESSÃO VIRTUAL ASSÍNCRONA DE 02/09/2026 A 04/09/2026
RECURSO INOMINADO CÍVEL Nº 5117201-89.2025.8.21.0001/RS
RELATORA: Juiza de Direito ANA CLAUDIA CACHAPUZ SILVA RAABE
PRESIDENTE: Juiza de Direito ANA CLAUDIA CACHAPUZ SILVA RAABE
RECORRENTE: AUXILIADORA PREDIAL LTDA. GRUPO AUXILIADORA PREDIAL (RÉU)
ADVOGADO(A): RAFAELA FAGUNDES DE OLIVEIRA (OAB RS050780)
ADVOGADO(A): CRISTINE LISBOA LOPES (OAB RS090836)
ADVOGADO(A): CAMILA PRATES MEZZOMO (OAB RS081148)
RECORRIDO: ANDRESSA MATTOS DE SOUSA (AUTOR)
ADVOGADO(A): ANTONIO FLAVIO DE OLIVEIRA (DPE)
ADVOGADO(A): NILTON LEONEL ARNECKE MARIA (DPE)
A 2ª TURMA RECURSAL CÍVEL DECIDIU, POR UNANIMIDADE, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO INOMINADO.
RELATORA DO ACÓRDÃO: Juiza de Direito ANA CLAUDIA CACHAPUZ SILVA RAABE
Votante: Juiza de Direito ANA CLAUDIA CACHAPUZ SILVA RAABE
Votante: Juiz de Direito ROBERTO BEHRENSDORF GOMES DA SILVA
Votante: Juiz de Direito JOSE LUIZ LEAL VIEIRA
RECURSO INOMINADO CÍVEL Nº 5117201-89.2025.8.21.0001/RS
TIPO DE AÇÃO: Locação de imóvel
RELATORA: Juiza de Direito ANA CLAUDIA CACHAPUZ SILVA RAABE
RECORRENTE: AUXILIADORA PREDIAL LTDA. GRUPO AUXILIADORA PREDIAL (RÉU)
ADVOGADO(A): RAFAELA FAGUNDES DE OLIVEIRA (OAB RS050780)
ADVOGADO(A): CRISTINE LISBOA LOPES (OAB RS090836)
ADVOGADO(A): CAMILA PRATES MEZZOMO (OAB RS081148)
EMENTA
RECURSO INOMINADO. DIREITO CIVIL. AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO. COBRANÇA INDEVIDA DE ALUGUEL. RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRADORA. DESPROVIMENTO DO RECURSO.
I. CASO EM EXAME:
1. Recurso inominado interposto contra sentença que condenou a administradora de imóveis ao ressarcimento de R$ 3.035,93, a título de danos materiais, em razão de cobrança indevida de aluguel, afastando o pedido de danos morais.
II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO:
1. Há quatro questões em discussão: (i) ilegitimidade passiva da administradora por atuar como mandatária dos locadores; (ii) ausência de falha na prestação do serviço; (iii) legalidade da cobrança de aluguel referente ao período de permanência das chaves com a autora; (iv) nulidade da sentença por ausência de fundamentação.
III. RAZÕES DE DECIDIR:
1. A administradora é parte legítima para responder pelos danos decorrentes de falhas na condução da vistoria e entrega das chaves, atos que integram suas obrigações como mandatária.
2. A sentença possui fundamentação suficiente, enfrentando as questões relevantes para o deslinde da controvérsia.
3. A cobrança de aluguel referente ao período em que as chaves permaneceram com a autora é indevida, pois decorreu da inércia da administradora em fornecer o retorno da vistoria no prazo acordado.
4. A responsabilidade da administradora decorre da falha na prestação do serviço de administração imobiliária, que gerou diretamente o prejuízo suportado pela autora.
IV. DISPOSITIVO:
RECURSO DESPROVIDO.
ACÓRDÃO
A 2ª Turma Recursal Cível decidiu, por unanimidade, NEGAR PROVIMENTO ao recurso inominado, nos termos do voto do(a) Relator(a).
Porto Alegre, 04 de setembro de 2026.