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Tribunal
TJRS
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Período
set/2026
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Ata de sessão
TJRS · 2ª Turma Recursal Cível · Ata de sessão de julgamento
EXTRATO DE ATA DA SESSÃO VIRTUAL ASSÍNCRONA DE 02/09/2026 A 04/09/2026
MANDADO DE SEGURANÇA TR Nº 5007214-53.2026.8.21.9000/RS
RELATOR: Juiz de Direito ROBERTO BEHRENSDORF GOMES DA SILVA
PRESIDENTE: Juiza de Direito ANA CLAUDIA CACHAPUZ SILVA RAABE
IMPETRANTE: JORGE LUIZ DA COSTA NUNES
ADVOGADO(A): CRISTIANO ELTZ (OAB RS094931)
IMPETRADO: JUÍZO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE NOVO HAMBURGO
A 2ª TURMA RECURSAL CÍVEL DECIDIU, POR UNANIMIDADE, DENEGAR A SEGURANÇA.
RELATOR DO ACÓRDÃO: Juiz de Direito ROBERTO BEHRENSDORF GOMES DA SILVA
Votante: Juiz de Direito ROBERTO BEHRENSDORF GOMES DA SILVA
Votante: Juiz de Direito JOSE LUIZ LEAL VIEIRA
Votante: Juiza de Direito ANA CLAUDIA CACHAPUZ SILVA RAABE
MANDADO DE SEGURANÇA TR Nº 5007214-53.2026.8.21.9000/RSPROCESSO ORIGINÁRIO: Nº 5003972-49.2015.8.21.0019/RS
TIPO DE AÇÃO: Indenização por Dano Material
RELATOR: Juiz de Direito ROBERTO BEHRENSDORF GOMES DA SILVA
IMPETRANTE: JORGE LUIZ DA COSTA NUNES
ADVOGADO(A): CRISTIANO ELTZ (OAB RS094931)
EMENTA
MANDADO DE SEGURANÇA. INDEFERIMENTO DE PESQUISA DE BENS. EXISTÊNCIA DE PENHORA ATIVA. SEGURANÇA DENEGADA.
I. CASO EM EXAME:
1. Mandado de segurança impetrado contra decisão que indeferiu pedido de pesquisa de bens da parte devedora nos sistemas INFOJUD e CNIB, em execução que possui penhora ativa sobre veículo pendente de expropriação.
II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO:
1. A questão em discussão consiste na análise de suposta violação a direito líquido e certo do impetrante decorrente do indeferimento de pesquisas de bens nos sistemas INFOJUD e CNIB, no âmbito de cumprimento de sentença em que há penhora ativa pendente de expropriação.
III. RAZÕES DE DECIDIR:
1. A existência de penhora ativa sobre bem do devedor afasta a configuração de direito líquido e certo à imediata realização de novas buscas patrimoniais.
2. A utilização de sistemas informatizados de busca de bens exige a demonstração de utilidade e necessidade da medida, o que não foi comprovado nos autos.
3. O indeferimento de novas diligências investigativas não configura ilegalidade ou abuso de poder, tampouco decisão teratológica, não justificando a concessão da segurança.
IV. DISPOSITIVO:
1. Segurança denegada.
ACÓRDÃO
A 2ª Turma Recursal Cível decidiu, por unanimidade, DENEGAR A SEGURANÇA, nos termos do voto do(a) Relator(a).
Porto Alegre, 04 de setembro de 2026.