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Tribunal
TRF1
Publicações identificadas
20 publicações
Período
set/2026
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Intimação
TRF1 · 18ª Vara Federal Cível da SJDF
Seção Judiciária do Distrito Federal 18ª Vara Federal Cível da SJDF INTIMAÇÃO VIA DIÁRIO ELETRÔNICO PROCESSO: 1085854-85.2025.4.01.3400 CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7) POLO ATIVO: ROGERIO FERREIRA DE SOUSA e outros REPRESENTANTES POLO ATIVO: MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - DF16619 e CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - DF49028 POLO PASSIVO:UNIÃO FEDERAL Destinatários: ROSIMAR RODRIGUES LIMA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SHARLENE LIRA SANDRA DE VASCONCELOS CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SERGIO LUIZ MARIANO DE ALMEIDA MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) ROGERIO FERREIRA DE SOUSA MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) RONALDO BRAGA DE PAULA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SIDNEY BRANDAO MENDES CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) ROSANA MAGALHAES DA SILVA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SANDER SAMUEL NASCIMENTO ARARIPE CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SANDRO ROBERTO DE OLIVEIRA BEZERRA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SAMIRA DOS SANTOS MACHADO COSTA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) FINALIDADE: Intimar as partes indicadas de todos os atos processuais existentes nos autos; do(a) ato ordinatório / despacho / decisão / sentença proferido(a) nos autos do processo em epígrafe; ou da última peça processual apresentada. ID do último ato proferido nos autos: 2276484652 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Distrito Federal 18ª Vara Federal Cível da SJDF PROCESSO: 1085854-85.2025.4.01.3400 CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7) POLO ATIVO: ROGERIO FERREIRA DE SOUSA e outros REPRESENTANTES POLO ATIVO: MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - DF16619 e CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - DF49028 POLO PASSIVO: UNIÃO FEDERAL DECISÃO I – RELATÓRIO Trata-se de Embargos de Declaração opostos por ROGERIO FERREIRA DE SOUSA e outros (ID 2202665286) em face de decisão ID 2200685253 que concedeu a tutela de urgência, condicionando sua manutenção ao desmembramento da ação. Os embargantes alegam, em síntese, a existência de omissão e obscuridade no julgado, sustentando que o juízo não teria apreciado as condições de litisconsórcio em que, em razão de os interesses serem idênticos, é conveniente tanto para o judiciário quanto para os causídicos a coletividade do processo a fim de evitar multiplicidade de prazos e decisões, as quais deverão, em última instância, ser idênticas. A União Federal apresentou contrarrazões (ID 2204375896) pugnando pela rejeição do recurso ante a ausência de vícios e a nítida intenção de rediscussão do mérito. Por fim, vieram os autos conclusos. É o breve relatório. Decido. II - FUNDAMENTAÇÃO Conforme o disposto no art. 1.022 do CPC/2015, os embargos de declaração têm cabimento contra qualquer decisão e objetivam esclarecer obscuridade, eliminar contradição, suprir omissão e corrigir erro material. Além das hipóteses que a legislação pretérita já previa e também aquelas há muito tempo admitidas pela jurisprudência, como exemplo do erro material, o Código de Processo Civil também autoriza a interposição de embargos declaração contra a decisão que deixa de se manifestar sobre tese firmada em julgamento de casos repetitivos, em incidentes de assunção de competência, ou, ainda, em qualquer das hipóteses descritas no art. 489, §1º. A decisão obscura é aquela capaz de gerar dúvida quanto à posição manifestada pelo julgador, podendo ser interpretada de maneiras diferentes; contraditória, quando constam fundamentos ou proposições que se mostram inconciliáveis entre si, ou, então, a fundamentação e a parte dispositiva apresentam discordância; omissa quando deixa de apreciar ponto sobre o qual o juiz deveria se pronunciar de ofício ou a requerimento da parte. Sob tais premissas e analisando as razões recursais da parte autora, verifico que o que o embargante pretende, com este recurso, é a modificação da decisão impugnada, em que foi manifestado o entendimento deste Juízo, o que não é admitido nesta via. Ademais, o juiz não é obrigado a enfrentar todas as teses e argumentos expostos pela parte quando já tenha encontrado motivo suficiente para proferir a decisão. Nem mesmo é obrigado a fazer distinguishing ou overruling de cada precedente persuasivo citado pela parte. Não há, portanto, qualquer vício de fundamentação. No mais, consoante a jurisprudência pacífica do Superior Tribunal de Justiça, o julgador não está obrigado a abordar ou a rebater, um a um, todos os argumentos ou todos dispositivos de lei invocados pelas partes quando, por outros meios que lhes sirvam de convicção, tenha encontrado motivação suficiente para dirimir a controvérsia; devendo, assim, enfrentar as questões relevantes imprescindíveis à resolução do caso. Nesse sentido: AgInt nos EDcl no AREsp 1791540/PR, Rel. Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe: 13/12/2021; AgInt no REsp 1658209/PR, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, DJe 1/7/2020; AgInt no AREsp 1575315/PR, Rel. Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJe 10/6/2020. STJ. 2ª Turma. AREsp 1614577-SP, Rel. Min. Francisco Falcão, julgado em 07/12/2021 (Info 721). Nesse diapasão, buscando a parte embargante efeitos infringentes não autorizados pela norma legal, é necessário asseverar a impossibilidade da utilização dessa via para tal finalidade, pois não é cabível servir-se dos embargos de declaração para forçar a prolação de nova decisão. Dessa forma, objetivando discutir nitidamente o mérito da decisão proferida, a parte recorrente deverá fazê-lo por meio da via adequada. III - DISPOSITIVO À vista do exposto, REJEITO os embargos de declaração, mantendo a decisão tal como proferida. Publique-se. Intimem-se. Brasília, data da assinatura do documento. ARTHUR PINHEIRO CHAVES Juiz Federal Titular 18ª Vara/SJDF OBSERVAÇÃO: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere no campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não vincular a petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores informações, favor consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-judicial-eletronico/pje/tutoriais. BRASÍLIA, 1 de setembro de 2026. (assinado digitalmente) 18ª Vara Federal Cível da SJDF
Seção Judiciária do Distrito Federal 18ª Vara Federal Cível da SJDF INTIMAÇÃO VIA DIÁRIO ELETRÔNICO PROCESSO: 1085854-85.2025.4.01.3400 CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7) POLO ATIVO: ROGERIO FERREIRA DE SOUSA e outros REPRESENTANTES POLO ATIVO: MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - DF16619 e CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - DF49028 POLO PASSIVO:UNIÃO FEDERAL Destinatários: ROSIMAR RODRIGUES LIMA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SHARLENE LIRA SANDRA DE VASCONCELOS CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SERGIO LUIZ MARIANO DE ALMEIDA MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) ROGERIO FERREIRA DE SOUSA MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) RONALDO BRAGA DE PAULA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SIDNEY BRANDAO MENDES CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) ROSANA MAGALHAES DA SILVA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SANDER SAMUEL NASCIMENTO ARARIPE CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SANDRO ROBERTO DE OLIVEIRA BEZERRA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) SAMIRA DOS SANTOS MACHADO COSTA CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - (OAB: DF49028) MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - (OAB: DF16619) FINALIDADE: Intimar as partes indicadas de todos os atos processuais existentes nos autos; do(a) ato ordinatório / despacho / decisão / sentença proferido(a) nos autos do processo em epígrafe; ou da última peça processual apresentada. ID do último ato proferido nos autos: 2276484652 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Distrito Federal 18ª Vara Federal Cível da SJDF PROCESSO: 1085854-85.2025.4.01.3400 CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7) POLO ATIVO: ROGERIO FERREIRA DE SOUSA e outros REPRESENTANTES POLO ATIVO: MARLUCIO LUSTOSA BONFIM - DF16619 e CLARISSA SOUSA DE ARAUJO - DF49028 POLO PASSIVO: UNIÃO FEDERAL DECISÃO I – RELATÓRIO Trata-se de Embargos de Declaração opostos por ROGERIO FERREIRA DE SOUSA e outros (ID 2202665286) em face de decisão ID 2200685253 que concedeu a tutela de urgência, condicionando sua manutenção ao desmembramento da ação. Os embargantes alegam, em síntese, a existência de omissão e obscuridade no julgado, sustentando que o juízo não teria apreciado as condições de litisconsórcio em que, em razão de os interesses serem idênticos, é conveniente tanto para o judiciário quanto para os causídicos a coletividade do processo a fim de evitar multiplicidade de prazos e decisões, as quais deverão, em última instância, ser idênticas. A União Federal apresentou contrarrazões (ID 2204375896) pugnando pela rejeição do recurso ante a ausência de vícios e a nítida intenção de rediscussão do mérito. Por fim, vieram os autos conclusos. É o breve relatório. Decido. II - FUNDAMENTAÇÃO Conforme o disposto no art. 1.022 do CPC/2015, os embargos de declaração têm cabimento contra qualquer decisão e objetivam esclarecer obscuridade, eliminar contradição, suprir omissão e corrigir erro material. Além das hipóteses que a legislação pretérita já previa e também aquelas há muito tempo admitidas pela jurisprudência, como exemplo do erro material, o Código de Processo Civil também autoriza a interposição de embargos declaração contra a decisão que deixa de se manifestar sobre tese firmada em julgamento de casos repetitivos, em incidentes de assunção de competência, ou, ainda, em qualquer das hipóteses descritas no art. 489, §1º. A decisão obscura é aquela capaz de gerar dúvida quanto à posição manifestada pelo julgador, podendo ser interpretada de maneiras diferentes; contraditória, quando constam fundamentos ou proposições que se mostram inconciliáveis entre si, ou, então, a fundamentação e a parte dispositiva apresentam discordância; omissa quando deixa de apreciar ponto sobre o qual o juiz deveria se pronunciar de ofício ou a requerimento da parte. Sob tais premissas e analisando as razões recursais da parte autora, verifico que o que o embargante pretende, com este recurso, é a modificação da decisão impugnada, em que foi manifestado o entendimento deste Juízo, o que não é admitido nesta via. Ademais, o juiz não é obrigado a enfrentar todas as teses e argumentos expostos pela parte quando já tenha encontrado motivo suficiente para proferir a decisão. Nem mesmo é obrigado a fazer distinguishing ou overruling de cada precedente persuasivo citado pela parte. Não há, portanto, qualquer vício de fundamentação. No mais, consoante a jurisprudência pacífica do Superior Tribunal de Justiça, o julgador não está obrigado a abordar ou a rebater, um a um, todos os argumentos ou todos dispositivos de lei invocados pelas partes quando, por outros meios que lhes sirvam de convicção, tenha encontrado motivação suficiente para dirimir a controvérsia; devendo, assim, enfrentar as questões relevantes imprescindíveis à resolução do caso. Nesse sentido: AgInt nos EDcl no AREsp 1791540/PR, Rel. Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe: 13/12/2021; AgInt no REsp 1658209/PR, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, DJe 1/7/2020; AgInt no AREsp 1575315/PR, Rel. Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJe 10/6/2020. STJ. 2ª Turma. AREsp 1614577-SP, Rel. Min. Francisco Falcão, julgado em 07/12/2021 (Info 721). Nesse diapasão, buscando a parte embargante efeitos infringentes não autorizados pela norma legal, é necessário asseverar a impossibilidade da utilização dessa via para tal finalidade, pois não é cabível servir-se dos embargos de declaração para forçar a prolação de nova decisão. Dessa forma, objetivando discutir nitidamente o mérito da decisão proferida, a parte recorrente deverá fazê-lo por meio da via adequada. III - DISPOSITIVO À vista do exposto, REJEITO os embargos de declaração, mantendo a decisão tal como proferida. Publique-se. Intimem-se. Brasília, data da assinatura do documento. ARTHUR PINHEIRO CHAVES Juiz Federal Titular 18ª Vara/SJDF OBSERVAÇÃO: Quando da resposta a este expediente, deve ser selecionada a intimação a que ela se refere no campo “Marque os expedientes que pretende responder com esta petição”, sob pena de o sistema não vincular a petição de resposta à intimação, com o consequente lançamento de decurso de prazo. Para maiores informações, favor consultar o Manual do PJe para Advogados e Procuradores em http://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/processo-judicial-eletronico/pje/tutoriais. BRASÍLIA, 1 de setembro de 2026. (assinado digitalmente) 18ª Vara Federal Cível da SJDF